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Regional themes > Children and education Last update: 2008-12-17  
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Save the Children

Bottlenecks and drip-feeds:
Chanelling resources to communities responding to orphans and vulnerable children in southern Africa


Entraves e Conta-gotas:
Canalizar recursos a comunidades responsáveis por crianças orfãos e vulneráveis na África Austral


Save the Children (UK)


Posted with permission of Ms Sian Long, Save the Children, Pretoria. The full report will be available shortly.
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English Portuguese
[Download complete version - 88Kb < 1min (6 pages)]

Executive summary

One of the biggest challenges in southern Africa is how to support the huge and growing numbers of orphans and vulnerable children within their own communities. Small groups of committed community members are already caring for children – but are in urgent need of more funds and technical support to ensure all orphans and vulnerable children receive the support they need.

This briefing document summarises findings from recent research by Save the Children UK in southern Africa and offers key recommendations.1 It identifies a number of ‘bottlenecks’ that are stopping the smooth flow of funds to support community initiatives:
  • providing resources to communities is not taken seriously at global and national level
  • current mechanisms do not allow for resource ‘flows’ that reach community-based organisations (CBOs)2
  • lack of clarity about the numbers of children reached and the quality of interventions
  • donors and governments are not held accountable for spending to support community initiatives.


Footnotes:
  1. This research involved a literature review and interviews with people working at local and district level, including: communitybased organisations, faith communities, small NGOs and local government officials in Mozambique, South Africa, Swaziland and Zimbabwe. At national and provincial levels, government agencies, international and religious donors, NGOs, inter-governmental agencies, local donors, trust funds and community foundations were interviewed. In all, 70 interviews took place with donors, central government representatives, intermediaries and community-based organisations.

  2. Community-based organisation (CBO) here refers to an organisation that does not have paid staff and is supported by local contributions.

[Documento completo - 85Kb < 1min (2 pages)]

Sumário Executivo

Na África Austral, um dos maiores desafios é como sustentar uma quantidade enorme e crescente de crianças orfãos e vulneráveis dentro das suas próprias comunidades Pequenos grupos de membros dedicados à comunidade já cuidam de crianças – mas necessitam urgentemente de mais recursos financeiros e de apoio técnico para garantir que todos os crianças orfãos e vulneráveis recebam o apoio de que necessitam.

Este documento explicativo apresenta um sumário das conclusões tiradas duma recente investigação da Save the Children UK na África Austral e oferece importantes recomendações.1 Identifica um determinado número de ‘entraves’ que estão a interromper a circulação normal de recursos financeiros com o fim de apoiar iniciativas de comunidades:
  • a nível global e nacional, não se toma a sério o fornecimento de recursos a grupos comunitários
  • os actuais mecanismos não possibilitam ‘fluxos’ que se dirigem a organizações estabelecidas em comunidades (OBCs)2
  • falta de clareza sobre os números de crianças atingidas e a qualidade das intervenções
  • os dadores e governos não se responsabilizam por despesas para apoiar as iniciativas de comunidades.


Notas de fim de pagina
  1. Esta investigação envolveu uma revisão de publicações e entrevistas com pessoas a trabalhar a nível local e distrital incluindo: organizações baseada na comunidade, comunidades religiosas, pequenas ONGs e membros do governo local em Moçambique, na África do Sul, Suazilândia e Zimbabwe. A nível nacional e provincial, foram entrevistadas as agências governamentais, dadores internacionais e religiosos, ONGs, agências inter-governmamentais, dadores locais, fundos fiduciários e e fundações comunitárias. No total, realizaram-se 70 entrevistas com 48 dadores e intermediários e 26 organizações baseada na comunidade.

  2. Neste caso, a organização baseada na comunidade (OBC) refere-se a uma organização que não tem pessoal pago e que é apoiada por contribuições locais.



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